domingo, 10 de outubro de 2010

ELEIÇÕES 2010-Serra ganha os votos de Marina Silva

Uma pesquisa nacional encomendada pelo Bradesco efechada ontem constatou que 47% dos votos de Marina Silva migraram para José Serra e 22% para Dilma Rousseff – pelo menos neste primeiro momento, claro.

Na disputa entre Serra e Dilma, segundo a pesquisa recebida ontem pelo Bradesco, ele teria 45% dos votos válidos e a petista, 55%.

Data: 8/10/2010 08:22:19
Fonte: Radar - Lauro Jardim

Temer nega em TV evangélica que Dilma aprova aborto

O candidato a vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP), integrou-se mais efetivamente à campanha presidencial no segundo turno por meio de um assunto no qual a petista, sua companheira de chapa, Dilma Rousseff vem patinando: o aborto. Na gravação para um programa da TV Gênesis, da igreja evangélica Sara Nossa Terra, Temer declarou ser contrário ao aborto e ressaltou que Dilma será presidente de todos os brasileiros e dos setores sociais, e não de segmentos religiosos como católicos, evangélicos ou espíritas.

A igreja Sara Nossa Terra e a TV Gênesis estão sob o comando do deputado bispo Robson Rodovalho (PP-DF). A gravação foi acertada com a cúpula do PMDB dentro da estratégia de tentar acabar com a disseminação entre os evangélicos de que Dilma seria a favor do aborto, o que teria lhe custado votos no primeiro turno eleitoral.

Na terça-feira, a gravação do programa foi discutida entre o bispo e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também evangélico, e, ontem, com o próprio Temer.

A presença do vice da chapa de Dilma na TV evangélica busca também combater as versões que circulam por e-mail na internet de que o candidato a vice tem ligações com o satanismo.

O programa será um perfil de Temer. "Eu registrei minha posição contrária ao aborto, mas acrescentei que é grave e inadequado misturar fé, religião, com o Estado. A Constituição diz que o Estado brasileiro é laico", afirmou. "Dilma já declarou que é contra o aborto", enfatizou Temer.

Data: 8/10/2010 08:18:19
Fonte: Estadão

BANCADA EVANGÉLICA NA CÂMARA CRESCE QUASE 50%

Com o ataque à descriminalização do aborto e ao casamento gay como bandeiras, a bancada evangélica aumentou sua participação no Congresso Nacional em quase 50%. A bancada de bispos, pastores e integrantes das igrejas evangélicas saiu das eleições de domingo com mesmo número de parlamentares do PSDB. Só perde agora para as bancadas do PT e do PMDB, partidos com o maior número de representantes no Congresso.

Levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)registra a reeleição de 32 dos 45 parlamentares da bancada e a eleição de mais 34 integrantes de igrejas evangélicas. Com Assembleia de Deus à frente na contabilidade, a bancada tem agora 63 deputados e 3 senadores.

Os números mostram que a bancada evangélica reverteu o desfalque sofrido nas eleições de quatro anos atrás - e que interrompeu um crescimento iniciado nos anos 80.

A bancada minguou na eleição de 2006 em decorrência do envolvimento de parte de seus integrantes nos escândalos do mensalão e da máfia dos sanguessugas. Esse último flagrou parlamentares no esquema da compra de ambulâncias por preços superfaturados.

A lista de novatos no Congresso inclui o ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ) - que disputou a eleição graças a uma liminar obtida na Justiça - e a cantora gospel Lauriete Rodrigues (PSC-ES).

Outro novato na Câmara, o diácono da Assembleia de Deus Erivelton Santana (PSC-BA), disse ontem que a prioridade no mandato será se opor aos projetos que "não se identificam com princípios bíblicos", como a descriminalização do aborto.

Santana afirmou que também foi eleito para defender interesses institucionais das igrejas evangélicas, como evitar a cobrança de impostos sobre contribuições e dízimos dos fiéis.

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), um dos reeleitos, já apostava no crescimento da bancada. Segundo ele, o aumento foi movido pelo combate a propostas de lei "consideradas nocivas à sociedade".

Prioridades. O blog da Frente Parlamentar Evangélica registra as prioridades para a legislatura que começa em fevereiro de 2011. A página enumera os temas que são objeto de luta para não aprovação pelos parlamentares evangélicos.

O texto cita como prioritários "projetos como legalização do aborto, casamento entre pessoas do mesmo sexo, mudança do conceito de família, Plano Nacional de Direitos Humanos e projetos homofóbicos que criminalizam pastores e demais que ousarem protestar contra o pecado da homossexualidade".

O Plano Nacional de Direitos Humanos, lançado pelo governo Lula no fim do ano passado, foi alvo de campanha da frente no mês de março. Na Carta de Brasília, divulgada pela bancada, os líderes evangélicos se insurgiram contra o apoio do plano, em sua versão original, à descriminalização do aborto e à união civil de pessoas do mesmo sexo.

O documento também investiu contra o homossexualismo ao defender que é "dever do Estado disponibilizar meios para indivíduos resgatarem sua condição original de gênero".

Os evangélicos também trabalharam neste ano contra o projeto que torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, que fica sujeita a pena de multa e reclusão, da mesma forma como a discriminação por raça, cor, etnia, religião, sexo e gênero.

O grupo fez campanha a favor do "Estatuto do Nascituro", projeto de lei que aumenta punições a condutas ligadas ao aborto e tenta garantir a vida de bebês concebidos em estupros, uma das hipóteses em que a legislação já permite o aborto.

A bancada evangélica é uma das maiores bancadas suprapartidárias com atuação no Congresso Nacional, ao lado da bancada ruralista. O PSC é o partido com o maior número de parlamentares no grupo, que reúne integrantes da base de apoio do governo do presidente Lula e também da oposição.


Data: 8/10/2010 08:16:49
Fonte: Estadão

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

COM DILMA NO SEGUNDO TURNO

Os resultados da eleição do dia 3 de outubro são uma grande vitória do povo brasileiro.

Dilma Rousseff e Michel Temer obtiveram mais de 47 milhões de votos, patamar semelhante aos de Lula nos primeiros turnos das eleições de 2002 e 2006.

Os Partidos que integram a coligação vitoriosa elegeram 11 governadores e disputam o segundo turno em 10 outros estados.

Com mais de 350 deputados, sobre 513, entre aliados e coligados, o próximo Governo terá a maioria da Câmara Federal. Será também majoritário no Senado, com mais de 50 senadores. Terá, pelo menos, 734 deputados estaduais.

Estão reunidas, assim, todas as condições para a vitória definitiva em 31 de outubro.

Para tanto, é necessário clareza política e capacidade de mobilização.

A candidatura da oposição encontra-se mergulhada em contradições. Tentam atrair os verdes, mas não podem tirar o velho e conservador DEM de seu palanque. Denuncia “aparelhismos”, mas já está barganhando cargos em um possível ministério. Proclama-se democrata, mas persegue jornalistas e censura pesquisas. Seus partidários tentam sair dessa situação por meio de uma série de manobras que buscam confundir o debate político nacional. Espalham mentiras e acusações infundadas

Mas o que está em jogo hoje no país é o confronto entre dois projetos.

De um lado, o Brasil do passado, da paralisia econômica, do gigantesco endividamento interno, mas também da dívida externa e da submissão ao FMI. O Brasil que quase foi à falência nas crises mundiais de 95, 97 e 98.

O Brasil de uma carga tributária que saltou de 27% para 35% do PIB. O Brasil dos apagões, e do sucateamento da infraestrutura. O Brasil da privataria, que torrou nossas empresas públicas por 100 bilhões de dólares e conseguiu a proeza de dobrar nossa dívida pública. E já estão anunciando novas privatizações, dentre elas a do Pré Sal.

O Brasil do passado, do Governo FHC, que nosso adversário integrou, é o país que não soube enfrentar efetivamente a desigualdade social e não tinha vergonha de afirmar que uma parte da população brasileira era “inempregável”. Portanto, o Brasil do desemprego.

Era o Brasil do desmonte do Estado e da perseguição aos funcionários.

Era o Brasil das universidades à beira do colapso e da proibição do Governo Federal de custear escolas técnicas.

Mas, sobretudo, era o país da desesperança, de governantes de costas para seus vizinhos da América Latina, cabisbaixos diante das potências estrangeiras em cujos aeroportos se humilhavam tirando os sapatos.

Em oito anos o Brasil começou a mudar. Uma grande transformação se iniciou e deverá continuar e aprofundar-se no Governo Dilma.

O Brasil de Lula, hoje, e o de Dilma, amanhã, é e será o país do crescimento acelerado que gera cada vez mais emprego e renda. Mas um país que cresce porque distribui renda. Que retirou 28 milhões de homens e mulheres da pobreza. Que possibilitou a ascensão social de 36 milhões de brasileiros. Que criou mais de 14 milhões de empregos formais. Que expandiu o crédito, sobretudo para os de baixa renda. Que fez crescer sete vezes os recursos para a agricultura familiar. E que fez tudo isso sem inflação ou ameaça dela. O Brasil de Lula e de Dilma é o país que possui uma das mais baixas dívidas internas do mundo. Que deixou de ser devedor internacional, passando à condição de credor. Que não é mais servo do FMI. É o país que enfrentou com tranquilidade a mais grave crise econômica mundial. Foi o último a sofrer seus efeitos e o primeiro a sair dela.

Dilma continuará a reconstruir e fortalecer o Estado e a valorizar o funcionalismo. O Brasil de Lula e de Dilma está reconstruindo aceleradamente sua infraestrutura energética, seus portos e ferrovias. É o Brasil do PAC. O Brasil do Pré Sal. O Brasil do Bolsa Família. É o Brasil do Minha Casa, Minha Vida, que vai continuar enfrentando o problema da moradia, sobretudo para as famílias de baixa renda.

Nosso desenvolvimento continuará sendo ambientalmente equilibrado, como demonstram os êxitos que tivemos no combate ao desmatamento e na construção de alternativas energéticas limpas. Manteremos essa posição nos debates internacionais sobre a mudança do clima.

No Brasil de Lula e de Dilma foi aprovado o FUNDEB que propiciou melhoria salarial aos professores da educação básica. É o país onde os salários dos professores universitários tiveram considerável elevação. Onde se criaram 14 novas universidades federais e 124 extensões universitárias. Onde mais de 700 mil estudantes carentes foram beneficiados com as bolsas de estudo do Prouni e 214 Escolas Técnicas Federais foram criadas. Onde 40 bilhões de reais foram investidos em ciência e tecnologia. Esse Brasil continuará a desenvolver-se porque o Governo Dilma cuidará da pré-escola à pós-graduação e fará da educação de qualidade o centro de suas preocupações. O Brasil de Dilma continuará dando proteção à maternidade e protegendo, com políticas públicas, as mulheres da violência doméstica. Será o Brasil que dará prosseguimento às políticas de promoção da igualdade racial.

Os alicerces de um grande Brasil foram criados. Mais que isso, muitas das paredes desta nova casa já estão erguidas.

A obra não vai parar.

Vamos prosseguir no esforço de dar saúde de qualidade com mais UPAS, Samu, Brasil Sorridente, Médicos de Família.

Vamos continuar o grande trabalho de garantir a segurança de todos os brasileiros, com repressão ao crime organizado e controle das fronteiras, mas, sobretudo, com respeito aos direitos humanos, ações sociais e a participação da sociedade como vêm acontecendo com as UPP.

Vamos continuar a ser um país soberano, solidário com seus vizinhos. Um país que luta pela paz no mundo, pela democracia, pelo respeito aos direitos humanos. Um país que luta por uma nova ordem econômica e política mundial mais justa e equilibrada.

Os brasileiros continuarão a ter orgulho de seu país.

Mas, sobretudo, queremos aprofundar nossa democracia. A grande vitória que a coligação PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO obteve nas eleições para o Congresso Nacional permitirá que Dilma Rousseff tenha uma sólida base de sustentação parlamentar.

Diferentemente do que ocorreu entre 1995 e 2002, a nova maioria no Congresso não é resultado de acordos pós-eleitorais. Ela é o resultado da vontade popular expressa nas urnas. Essa maioria não será instrumento para esmagar as oposições, como no passado. Queremos um Brasil unido em sua diversidade política, étnica, cultural e religiosa.

Por essa razão repudiamos aqueles que querem explorar cinicamente a religiosidade do povo brasileiro para fins eleitorais. Isso é um desrespeito às distintas confissões religiosas. Tentar introduzir o ódio entre as comunidades religiosas é um crime. Viola as melhores tradições de tolerância do povo brasileiro, que são admiradas em todo o mundo.

O Brasil republicano é um Estado laico que respeita todas as convicções religiosas. Não permitiremos que nos tentem dividir.

O Brasil de Dilma, assim como o de Lula, é e será uma terra de liberdade, onde todos poderão, sem qualquer tipo de censura, expressar suas idéias e convicções.

Será o Brasil que se ocupará de forma prioritária das crianças e dos jovens, abrindo-lhes as portas do futuro. Por essa razão dará ênfase à educação e à cultura.

Mas será também um país que cuidará de seus idosos, de suas condições de vida, de sua saúde e de sua dignidade.

Sabemos que os milhões que estiveram conosco até agora serão muitos mais amanhã.

Para dar continuidade a essa construção iniciada em 2003 convocamos todos os homens e mulheres deste país. A hora é de mobilização. É importante que nas ruas, nas escolas, nas fábricas e no campo a voz da mudança se faça ouvir mais fortemente do que a voz do atraso, da calúnia, do preconceito, da mentira, dos privilégios.

À luta, até a vitória.



Brasília, 07 de outubro de 2010.

Coligação Para o Brasil Seguir Mudando.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

SAI RESULTADO DE CLASSIFICAÇÃO DA LICITAÇÃO DA BA 414 DE PINTADAS A CAPELA

SECRETARIA DE INFRA-ESTRUTURA

Departamento de Infra-Estrutura
de Transportes da Bahia - DERBA

RESULTADO DE CLASSIFICAÇÃO DAS PROPOSTAS DE PREÇOS
A Comissão Permanente de Licitação após análise e julgamento das Propostas de Preços, em conformidade com a Lei Estadual nº 9433/05 e nas disposições do Edital da Tomada de Preços nº 067/2010 que tem como objeto a contratação de empresa de consultoria, visando a elaboração do Projeto Final de Engenharia para Melhoramento e Pavimentação da Rodovia BA.414, trecho: Pintadas - Capela do Alto Alegre, com 25 km de extensão, informa aos interessados o resultado:
CLASSIFICADAS:
1º lugar: MAIA MELO ENGENHARIA LTDA com a Nota de Preços de 10 (dez) pontos, Nota Final de 9,85 pontos e com o preço proposto de R$607.925,50;
2º lugar: ATP ENGENHARIA LTDA com a Nota de Preços de 10 (dez) pontos, Nota Final de 9,66 pontos e com o preço proposto de R$603.245,00 corrigido para R$601.245,00;
3º lugar: ECOPLAN ENGENHARIA LTDA com a Nota de Preços de 10 (dez) pontos, Nota Final de 9,13 pontos e com o preço proposto de R$587.884,00.
Comunicamos que o prazo recursal, conforme determina o Art. 202 da Lei nº 9.433/05, passa a contar da data da publicação no Diário Oficial, sendo de 05 (cinco) dias úteis e que o Processo nº 6536/2010 da referida Tomada de Preços encontra-se à disposição dos interessados conforme determina a Lei, na sede do DERBA, na Comissão de Licitações. Salvador, 27 de setembro de 2010. Roberto Barreto Pereira - Presidente da Comissão.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

ELEIÇÕES 2010: OS FAVORITOS PARA SE ELEGER DEPUTADO ESTADUAL NA BAHIA

por Aleilton Oliveira em setembro 28th, 2010
Notícias Ubaitaba

COLIGAÇÃO: PRA FRENTE BAHIA
PT / PP / PDT / PRB (34)


PT (18) - Neuza Cadore, Luiza Maia, Rosemberg Pinto, Zé Neto, Fátima Nunes, Zé Raimundo, Paulo Rangel, J. Carlos, Maria Del Carmem, Bira Coroa, Professor Valdeci , Marcelino Galo, Joseildo Ramos, Carlos Brasileiro, Salvador Brito, Isaac Cunha, Gilmar Santiago e Ângelo Almeida;
PP (07) - Ronaldo Carletto, Mário Negromonte Júnior, Ângelo Coronel, Aderbal Caldas, Luís Augusto, Eliana Boaventura e Cacá Leão;
PDT (06) – Marcelo Nilo, João Bonfim, Euclides Fernandes, Paulo Câmera, Roberto Carlos e Odiosvaldo Vigas;
PRB (03) – Sheila Varela, Sildevan Nobrega e José de Arimatéia.


COLIGAÇÃO: MAIS AÇÃO, MAIS BAHIA
PMDB / PSC / PR / PRTB (26)

PMDB (12) – Alan Sanches, Leur Lomanto Jr, Luciano Simões, Misael Aguilar, Marizete Pereira, Virgínia Hagge, Antonio Pedrosa, Ferreira Ottomar, Joécio Martins, Almir Melo, Timóteo Beito e Edgar Cravo;
PR (07) - Elmar Nascimento, Reinaldo Braga, Sandro Régis, Pedro Alcântara, Graça Pimenta, Léo Kret e Gilberto Brito;
PSC (07) – Maria Luiza, Carlos Ubaldino, Ângela Souza, Paulo Magalhães Jr., Adriano Meireles, Cleide Vieira e Vando.
COLIGAÇÃO: LUTA DE UMA BAHIA QUE TEM PRESSA
PPS / PSDC / PMN / PRP / PT do B (06)
PRP (04) – Adolfo Menezes, Capitão Fábio, Jurandi Oliveira e Bruno Reis;
PTdoB (01) – Maria Luiza Laudano;
PMN (01) – Getúlio Ubiratan.
COLIGAÇÃO: FRENTE DOIS DE JULHO
PSL / PSB (05)
PSB (03) – Capitão Tadeu, Emanoel Lima, e Fabiola Mansur;
PSL (02) – Nelson Leal e Deraldo Dasmaceno.

COLIGAÇÃO: A BAHIA QUER PAZ, A BAHIA QUER MAIS
PTB / PTN / PTC (04)
PTN (03) – João Carlos Bacelar, Luizinho Sobral e Alan Castro;
PTB (01) – Davi Rios.

DEM

(09) – Gildásio Penedo, Rogério Andrade, Gaban, Heraldo Rocha, Paulo Azi, Tom, Clovis Ferraz, Júnior Magalhães, Herbet Barbosa.
PCdoB
(07) – Javier Alfaya, Álvaro Gomes, Olívia Santana, Aladilce, Fabrício, Kely Magalhães e Wenceslau.
PSDB
(06) – Sérgio Passos, Humberto Cedraz, Adolfo Viana, Augusto Castro, Caduda Braga e Dona Raquel.
PV

(02) – Beth Wagner e Ivanilson Gomes.


PSOL
(01) – Hilton Coelho
Os candidatos que classificamos como favoritos a se eleger nesta eleição, estão exercendo o mandato de deputado estadual, já foram deputado estadual e até federal, já foram prefeito (a) e vice, são vereadores de Salvador e de cidades grande do estado, fazem parceria com candidatos a deputado federal, são ex. vereadores e ex. candidato a prefeito em Salvador, foram candidatos bem votados na última eleição, tem o apoio de secretários de estado, do pai, mãe e até sogro ou assumiram por diversas vezes o mandato de deputado neste período (2007 – 2010).

terça-feira, 28 de setembro de 2010

POLÍTICA - MALAFAIA VOTA NO SERRA

Pastor interdenominacional emite carta sobre sua posição política
Por: Redação Creio
O pastor, conferencista internacional com programa evangelístico em mais de 120 países, Silas Malafaia divulgou nesta segunda-feira, dia 27, uma carta em que diz votará em José Serra (PSDB).

Leia a carta na íntegra:

NÃO VOTO MAIS EM MARINA E DIGO POR QUÊ

Pior do que o ímpio é um cristão que dissimula. Eu queria entender como uma pessoa que se diz cristã, membro da Assembleia de Deus, afirma que se for eleita presidente do Brasil vai convocar um plebiscito para que o povo decida se aprova ou não o aborto, ou se aprova ou não o uso da maconha.

Marina precisa aprender com a ex-senadora Heloísa Helena, católica praticante e pertencente a um partido ultrarradical. Heloísa Helena declarou peremptoriamente: “Sou contra o aborto!” Na audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, deu um verdadeiro show, não apenas à luz de questões religiosas, como também científicas. Ela mostrou a desgraça, a mazela, e uma das coisas que mais aborrecem a Deus: a força dos poderosos contra os indefesos.

Ao propor plebiscito, Marina está “jogando para a torcida”, para ficar bem com os que são contra e com os que são a favor. SAI DE CIMA DO MURO, MINHA IRMÃ! QUE PLEBISCITO COISA NENHUMA! O povo brasileiro não tem todas as informações necessárias para decidir esta questão de maneira isenta. Temos toda a mídia a favor dessa nojeira do aborto. Com certeza vão jogar pesado para influenciar.

Cultivar uma vida cristã significa ser radical. Radical contra o pecado, contra esse sistema mundano dirigido pelo diabo. Como diz a Bíblia, não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento (Romanos 12.2).

A palavra de Marina como cristã teria de ser apenas isto: “Sou contra o aborto e a legalização da maconha”. Como faltaram convicção e firmeza em suas declarações, uma vez que o cristão tem de “mostrar a cara” posicionando-se de forma categórica contra o pecado, Marina perdeu meu voto. Já que não tenho tantas opções, votarei em Serra para presidente.

Infelizmente, Marina não nega suas raízes petistas.


Silas Malafaia
Pastor